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Ensaios Filosóficos

No conjunto dos 21 ensaios deste volume, que articula Filosofia com a Arte, a História, a Política e a Ciência, sobressaem a erudição rigorosa, a elegância do estilo e a profundidade da reflexão de Benedito Nunes.

Título: Ensaios Filosóficos

Autor: Benedito Nunes

Organização e apresentação: Victor Sales Pinheiro

Editora: Martins Fontes

Ano: 2010

N. de páginas: 372

 

Leia a Apresentação deste livro, na seção Escritos.

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Sumário:

- Apresentação Os ensaios filosófico de Benedito Nunes, ou a sinóptica do fragmento - Victor Sales Pinheiro

 

I. CONFLUÊNCIAS

- Poesia e Filosofia: uma transa

- Filosofia e Memória

- O fazer filosófico ou oralidade e escrita em Filosofia

- Casa, praça, jardim e quintal

– Vertentes

 

II.  PLATÃO, NIETZSCHE E ARENDT

- Introdução à República de Platão

- Andarilho do conhecer

- A convergência política do ethos

 

III. HEGEL

- Atualidade da estética de Hegel

- Por que ler Hegel, hoje

- A morte da arte em Hegel

 

IV. SARTRE

- A crítica da razão dialética

- Les séquestrés d´Altona

- Do romance à razão dialética

 

V. ESTRUTURALISMO

- À margem do estruturalismo

- Gênese e estrutura

 

VI. HERMENÊUTICA

- Nós somos um diálogo

- Pluralismo e teoria social

 

VII. TEMPO

- Narrativa histórica e narrativa ficcional

- O Tempo na Literatura

 

Apêndice:

- A Voz Inaudível de Deus

 

- Traduções

- Sobre os textos

- Obras do autor

 

Orelha:

“Não se poderia caracterizar melhor a natureza mista e ambígua do ensaio como espécie intermediária entre ciência e arte, entre abstração e teoria, que tende a unificar conceptualmente um campo fenomênico e o estilo que individualiza esse campo, pessoalizando-o, que o diversifica pluralizando-lhe o entendimento segundo as múltiplas perspectivas que o particularizam. A proposição de conhecimento recebe da obra em que se concretiza sua forma plausível, convincente, verossímil. Daí ser o ensaio o lócus privilegiado da interpretação, aquele em que se tenta a proeza das sínteses ousadas, das formulações compreensivas de conjunto, sempre falhas mas sempre inevitáveis, visando o todo da História, da sociedade, da cultura, e que a ciência social rotineira olha com desconfiança. Combinando a liberdade de imaginação e a ordem dos conceitos, esse arrojo hermenêutico solicita a utilização convergente, interdisciplinar, das ciências sociais dispersas na forma individuada, estética, de um discurso favorável à hipótese fecunda e arriscada, à discussão de questões emergentes, não confinadas a uma única disciplina e às soluções problemáticas”

Benedito Nunes  

 

Quarta Capa:

Este livro reúne para significativa da fecunda obra ensaística de Benedito Nunes, um dos mais ativos e originais responsáveis pelo desenvolvimento da Filosofia no Brasil.

Abrangendo importantes resenhas crítica de recepção do existencialismo e do estruturalismo, publicadas na década de 1960, esta rica coletânea, arquitetada por Victor Sales Pinheiro, acompanha momentos culminantes de todo o pensamento hermenêutico do autor, marcado pela interlocução com as filosofias de Hegel, Husserl, Heidegger, Sartre, Foucault e Ricouer.

No conjunto dos 21 ensaios deste volume, que articula Filosofia com a Arte, a História, a Política e a Ciência, sobressaem a erudição rigorosa, a elegância do estilo e a profundidade da reflexão de Benedito Nunes. 

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